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Novo Hospital Baiano de Oncologia recebe R$ 6 milhões da Câmara de Feira; obras começam em março

 Câmara de Feira entrega cheque de R$ 6 milhões para construção do novo Hospital Baiano de Oncologia

Foto: Ney Silva/Acorda CidadeA Câmara Municipal de Feira de Santana realizou nesta segunda-feira (23) a entrega simbólica de um cheque no valor de R$ 6.015.848,00 à Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana. O recurso, oriundo de emendas impositivas dos vereadores, será destinado à construção do Hospital Baiano de Oncologia (HBO), novo projeto da instituição.Dos 21 vereadores, 20 destinaram recursos para a obra. Segundo o presidente da Câmara, Marcos Lima, o ato representa um marco para o Legislativo municipal.

“É um marco importante, algo inédito em Feira de Santana. Nunca aconteceu na Câmara de Feira colocar um valor tão alto para a construção de algo tão importante.”Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Ao lado do presidente, participaram vereadores, o prefeito José Ronaldo e representantes da Santa Casa.

Ao Acorda Cidade, Lima destacou o compromisso da Casa do Povo com a saúde pública de Feira. “O significado é importantíssimo, está mostrando o papel do legislador, mesmo através de leis, projetos, mas nós também estamos preocupados com o desenvolvimento e o crescimento da cidade, principalmente na saúde.”

Além do novo HBO, outras instituições devem receber os recursos da Câmara de Feira.“Ações como essa que não ficará só aqui, teremos outros hospitais também que vão receber, teremos novidade, teremos entidades filantrópicas de Feira que estão recebendo também recursos da Câmara Municipal, recursos de emendas importantíssimas para o desenvolvimento, para a sustentabilidade, principalmente dos mais necessitados”, acrescentou Marcos Lima.

O prefeito José Ronaldo também conversou com o Acorda Cidade e afirmou que a liberação ocorrerá conforme o avanço da obra. “Na proporção que o hospital for sendo construído, a prefeitura libera sem problema nenhum esse recurso. Talvez não dê para liberar tudo de uma vez só, mas você divide em algumas pequenas parcelas e fará o pagamento.”

Provedor da Santa Casa entre 1983 e 1987, José Ronaldo também pontuou a necessidade de continuar investindo na instituição.