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Golpe no tráfico: Apartamento na Rua Nova servia como ‘QG’ para distribuição de drogas em Feira


                                   


condomínio residencial no bairro Rua Nova para armazenamento e logística do tráfico

Uma operação da Polícia Civil desferiu um duro golpe financeiro contra o crime organizado em Feira de Santana nesta quarta-feira (25). A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), unidade do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) e da 1ª COORPIN, localizou um centro estratégico de armazenamento e distribuição de entorpecentes, resultando em uma apreensão avaliada em mais de R$ 1 milhão.

 A ação é fruto de um trabalho de inteligência que já durava dois meses. Após denúncias anônimas, os investigadores monitoravam um grupo criminoso que utilizava uma residência para a venda de drogas no atacado. O transporte era realizado por uma motocicleta com suspeita de clonagem.

Na terça-feira (24), as equipes identificaram o veículo em circulação. Ao notar a aproximação dos agentes, o condutor tentou fugir, iniciando uma perseguição que terminou em um condomínio residencial no bairro Rua Nova, onde o suspeito foi capturado.

Arsenal do Tráfico e Conexões Clandestinas
No interior do apartamento utilizado pelo grupo, os policiais encontraram um verdadeiro estoque de entorpecentes e materiais logísticos:

Drogas: 08 kg de cocaína pura, centenas de pedras de crack e farta quantidade de maconha.

Equipamentos: 03 balanças de precisão e máquinas de cartão de crédito.

Logística: 01 motocicleta, 04 aparelhos celulares e diversos materiais para embalagem.

Investigação Paralela: O que chamou a atenção da polícia foi a apreensão de 60 modems e roteadores de internet sem origem comprovada. A Polícia Civil agora apura se o grupo também explorava o serviço clandestino de internet na região, uma modalidade comum de financiamento de facções.

Um homem de 30 anos, apontado como o responsável pelo material, foi preso em flagrante pelo crime de Tráfico de Drogas. O inquérito policial foi instaurado e as investigações seguem para identificar outros membros da organização criminosa e a origem exata dos equipamentos eletrônicos.

 com informações de Denivaldo Costa e fotos divulgação Ascom