Casos de baixo peso aumentam na Bahia e superam média do país
A Bahia obteve um crescimento no número de pessoas que estão com baixo peso. Um relatório acessado pela reportagem mostra que entre 2024 e 2025, o estado registrou índices de baixo peso superiores às médias regional e nacional. Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, o aumento chega mesmo após uma redução na prevalência percentual entre os dois anos.
No ano de 2024, o estado registrou 50.521 indivíduos com baixo peso, o que representava 2,56% da população adulta acompanhada. Este índice era superior à média do Nordeste (2,3%) e do Brasil (2,06%) no mesmo período. Já em 2025, o número absoluto subiu para 52.100 indivíduos, mas a prevalência percentual caiu para 2,22%. Apesar da queda, o índice baiano continuou acima da média do Nordeste (1,98%) e do Brasil (1,81%Entre as cidades que apresentaram maiores taxas proporcionais no estado estão Ibotirama com 3,05% em 2024 e 2,72% em 2025, Guanambi com 2,93% de baixo peso em 2024, caindo para 2,53% em 2025; Santa Maria da Vitória, que manteve índices elevados, com 2,87% (2024) e 2,66% (2025).
Já Salvador, em termos absolutos, concentra o maior número de pessoas nessa categoria, com 5.518 indivíduos em 2024 (2,42%) e 6.213 em 2025 (2,18%). Feira de Santana teve 4.228 pessoas (2,64%) em 2024 e 4.272 (2,27%) em 2025. Entre os municípios baianos com menores prevalências estão Paulo Afonso (1,72%), Teixeira de Freitas (1,86%), Jequié (1,92%) e Santo Antônio de Jesus (1,97%).

