Médica suspeita de “adiantar” morte de pacientes vai receber indenização de R$ 4 milhões
Uma médica acusada de “adiantar” a morte de oito pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em 2013, no Hospital Evangélico de Curitiba, no Paraná, foi inocentada das acusações e ainda vai receber uma indenização de R$ 4 milhões. No período, a médica, que era chefe da UTI, foi demitida da unidade.
Em abril deste ano, a 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba absolveu a suspeita e outras sete pessoas.
Segundo a Justiça, não existiram provas suficientes para condenar a mulher e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) decidiu que o Hospital deve indenizar a médica. De acordo com o advogado da mulher, ela foi presa injustamente e “demonizada nos meios de comunicação”.
