Óleo de canola é o mais tóxico dos óleos e aumenta o risco de câncer e doenças do coração
O óleo de canola faz bem ou faz mal? Há muita divergência.
Há os que defendem.
Há os que condenam.
Entre os defensores, não há nomes de grande fama, mas alguns bons textos de sites que parecem ser sérios.
Um deles é o da página "Alimentando a Discussão", que classifica os textos contra o óleo de canola de "sensacionalistas e alarmistas".
Para corroborar essa opinião, o "Alimentando a Discussão" começa informando que:
"A canola é na verdade um cultivar específico de colza (Brassica napus), uma planta semelhante à mostarda, especialmente desenvolvido para aproveitamento do óleo de suas sementes. A colza original já era utilizada há muito tempo como óleo combustível, ganhando força durante a revolução industrial. Entretanto, ela apresenta grandes quantidades de ácido erúcico, um composto potencialmente tóxico para a saúde humana (apesar de haver evidência apenas em certos animais, e de certas populações asiáticas o consumirem em suas dietas). Exatamente por isso, foi feito um melhoramento genético a fim de se desenvolver uma variedade com menos de 2% desse ácido em relação ao total de ácidos graxos, para que seu óleo pudesse ser utilizado com segurança para consumo humano. Ou seja, todos os 'malefícios' apontados devido a esse composto não se aplicam ao óleo de canola".
Há os que defendem.
Há os que condenam.
Entre os defensores, não há nomes de grande fama, mas alguns bons textos de sites que parecem ser sérios.
Um deles é o da página "Alimentando a Discussão", que classifica os textos contra o óleo de canola de "sensacionalistas e alarmistas".
Para corroborar essa opinião, o "Alimentando a Discussão" começa informando que:
"A canola é na verdade um cultivar específico de colza (Brassica napus), uma planta semelhante à mostarda, especialmente desenvolvido para aproveitamento do óleo de suas sementes. A colza original já era utilizada há muito tempo como óleo combustível, ganhando força durante a revolução industrial. Entretanto, ela apresenta grandes quantidades de ácido erúcico, um composto potencialmente tóxico para a saúde humana (apesar de haver evidência apenas em certos animais, e de certas populações asiáticas o consumirem em suas dietas). Exatamente por isso, foi feito um melhoramento genético a fim de se desenvolver uma variedade com menos de 2% desse ácido em relação ao total de ácidos graxos, para que seu óleo pudesse ser utilizado com segurança para consumo humano. Ou seja, todos os 'malefícios' apontados devido a esse composto não se aplicam ao óleo de canola".
