MPF quer fim da Aspra e multa milionária para Prisco
Segundo
o MPF, a Aspra “a pretexto de defender os interesses de seus
associados, constitui-se verdadeira entidade sindical de militares” ao
deflagrar greve geral dos servidores da PM e Bombeiros na Bahia, em
janeiro de 2012, resultando na ameaça à segurança pública de todo o
estado. Segundo a ação, a Aspra, por meio de seus associados, patrocinou
inúmeros atos de vandalismo cometidos durante a greve, como depredação e
incêndio a veículos da rede de transporte público municipal e a
viaturas.
O
estado de insegurança incrementado pelos associados resultou no
deslocamento das forças armadas para a Bahia, com um efetivo de 49
militares da aeronáutica e mais de 4 mil militares do exército. A
operação custou cerca de R$ 15,8 milhões, em valores atualizados,
montante que o MPF quer ver devolvido aos cofres públicos. As denúncias
têm como base documento apresentado pelo secretário de Segurança
Pública, Maurício Barbosa.