Funcionário do Bahia detona: "estão nos tratando como lixo"
“O
Bahia está devendo o mês de dezembro, 13º , FGTS e ainda estão dando
férias e demitindo depois. No Fazendão o clima é o pior possível. As
pessoas estão trabalhando com medo. Isso sem falar que todo dia é uma
promessa diferente sobre o pagamento. Os funcionários estão sendo
tratados como lixo e não existe condições de trabalho no Bahia e sem
falar que a folha só faz inchar, contratações misteriosas e pessoas que
não tem capacidade de executar as tarefas”, declarou a fonte ligada ao
Galáticos.
Outra situação relatada pelo funcionário diz respeito a Priscila Ulbrich, que morava no Rio de Janeiro e chegou para assumir uma função no clube.“Essa situação incomoda dentro do clube. Ninguém sabe a função dela no clube. Ela está tentando trazer algumas amigas para trabalhar na sede do Mundo Plaza. Ela vai passar por cima de todos”.
O
Funcionário ainda dispara. “Um clube que a Revolução Tricolor escolhe
quem vai trabalhar e quem vai sair. Sem falar que as pessoas estão sendo
submetidas a interrogatório”.
Em
contato com o Bahia, através da sua assessoria de imprensa, o clube
nega haver interferência da Revolução Tricolor na manutenção e saída de
funcionário e interrogatórios dentro do clube, envolvendo funcionários. O
Bahia também informa que havia um acerto feito entre o interventor
Carlos Rátis e o ex-diretor de futebol Anderson Barros que os salários
seriam pagos até o dia 28 do mês subseqüente e que a diretoria está
trabalhando para regularizar os pagamentos.
Sobre
Priscila Ulbrich, o Bahia informa que a funcionária está trabalhando na
diretoria de negócios e cuida da parte de nacionalização da marca, além
de ter participado de contato com jogadores para contratação no mês de
dezembro.
Publicada no dia 20 de janeiro de 2014, às 12h25
Publicada no dia 20 de janeiro de 2014, às 12h25