O CNJ quer enxovalhar o meu nome", diz Mário Alberto Hirs
O desembargador Mário Alberto Hirs, afastado da presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) há 12 dias, afirma ser vítima de “perseguição” e nega que tenha havido irregularidade no cálculo de precatórios – pagamento de dívidas públicas determinadas pela Justiça. O desembargador Mário Alberto Simões Hirs aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que deve julgar nesta segunda-feira (18), o mandado de segurança pedindo seu retorno à corte.
“O precatório da Terrabrás, por exemplo, foi pago 40 anos depois. Evidentemente, você imagina que se alguém lhe deve R$ 3 mil em 1970, quanto seria hoje? Dava conta de milhões”, argumentou, em entrevista ao jornal A Tarde.
Ele também se defendeu em relação à falta de concurso públicos para servidores da Justiça e para cartórios extrajudiciais. “Se eu fizer concurso, como querem, ultrapasso o limite prudencial de pessoal e incorro em crime de responsabilidade fiscal. Mas posso comprar um ônibus? Posso porque são fontes diferentes. Se isso está errado, mude a lei. Estou engessado em relação a concurso”, afirmou.
“O precatório da Terrabrás, por exemplo, foi pago 40 anos depois. Evidentemente, você imagina que se alguém lhe deve R$ 3 mil em 1970, quanto seria hoje? Dava conta de milhões”, argumentou, em entrevista ao jornal A Tarde.
Ele também se defendeu em relação à falta de concurso públicos para servidores da Justiça e para cartórios extrajudiciais. “Se eu fizer concurso, como querem, ultrapasso o limite prudencial de pessoal e incorro em crime de responsabilidade fiscal. Mas posso comprar um ônibus? Posso porque são fontes diferentes. Se isso está errado, mude a lei. Estou engessado em relação a concurso”, afirmou.