Juíza afirma que rato em coca-cola é falso e nega indenização
Tribunal de Justiça diz que vestígio de roedor em Coca-Cola pode ser fraude
A juíza Laura de Mattos Almeida declarou como improcedentes as acusações de um consumidor de que teria ficado com sequelas depois de ingerir refrigerante com pelo de rato
Embalagem de Coca Cola em uma gôndola de supermercado (Kevin Lamarque/Reuters)
A ação contra a empresa de bebidas foi movida por Wilson Batista de Resende, contra a Spal, engarrafadora da Coca-Cola no Brasil. Ele alegou ter encontrado pedaços de rato dentro de uma das garrafas do produto. O caso foi julgado improcedente pela juíza Laura de Matos Almeida, da 29ª Vara Cível do TJ-SP.
O Instituto de Criminalística e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) foram as responsáveis pelos dois laudos. O IC visitou as fábricas da Spal em Jundiaí e em Cosmópolis (ambas no interior de São Paulo). De acordo, com o IC, o processo de fabricação é seguro, a possibilidade de um pedaço de roedor cair dentro de uma garrafa não existe.